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Federarroz apresenta situação do setor durante reunião em Brasília
Publicada dia 01 de Dezembro de 2017 às 15:31:33

Federarroz apresenta situação do setor durante reunião em Brasília
- Federarroz/Divulgação
Vice-presidente da entidade relatou na Câmara de Crédito, Seguro e Comercialização conjuntura da cadeia produtiva
O vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, participou nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, de reunião da Câmara de Crédito, Seguro e Comercialização, em Brasília (DF). Na ocasião, o dirigente apresentou a situação da cadeia produtiva do arroz diante da atual conjuntura de mercado, com preços abaixo dos custos de produção e os motivos que causaram esta turbulência.



Entre os assuntos esteve a defesa comercial e fitossanitária do arroz, além do trabalho apresentado em relação à produtividade no Rio Grande do Sul, que hoje supera em 2 mil quilos por hectare a média do restante do Brasil. Os custos também foram destacados pelo vice-presidente da Federarroz. O custo já está passando de R$ 7 mil por hectare. Já por saca temos valores de R$ 45,00 enquanto o preço médio no mercado é de R$ 35,00. Somente em dois anos dos últimos onze anos a cultura deu uma rentabilidade acima de R$ 1 mil por hectare\", destaca.



Velho apresentou que o custo do arroz no Brasil é 50% maior do que o verificado na Argentina e 24% superior ao do Uruguai. A tributação também foi pauta da apresentação, que hoje gira em torno de 20% a 30% no antes da porteira, além do problema da guerra fiscal dos Estados que vem beneficiando somente a importação devido a estas diferenças de tributação, especialmente para o produto vindo do Mercosul. \"Tivemos um surto de importação de 270 mil toneladas em plena colheita do arroz gaúcho e catarinense na última safra\", observa.



O dirigente da Federarroz revela que a consequência é a diminuição em 30% do número de contratos de crédito junto às instituições financeiras. Até a primeira semana de novembro, 40% dos produtores não tinham iniciado o plantio, muitos deles pela falta de recursos proveniente da descapitalização do setor produtivo\", salienta.
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